Esse é o lugar do mundo onde nada se decompõe
Esse é o lugar do mundo onde nada se decompõe

Esse é o lugar do mundo onde nada se decompõe

O procedimento de decomposição só pode ser realizado com a ajuda de fungos e bactérias (decompositores), e é importante para fazer com que os nutrientes continuem sendo reciclados, porém, em Chernobyl, segundo cientistas, nada se decompõe por completo.

Atualmente, Chernobyl é uma cidade fantasma que está localizada no norte da Ucrânia. O local ficou conhecido após o acidente na Usina Nuclear, há 31 anos, quando uma explosão e um incêndio lançaram grandes quantidades de partículas radioativas na atmosfera, que se espalhou na União Soviética e na Europa. Esse desastre ecológico provocou várias consequências, entre elas, a extinção da técnica que todo animal ou vegetal passa depois de morrer.

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O Centro Nacional de Informação Biotecnológica (National Center for Biotechnology Information) recentemente publicou um estudo da análise que eles fizeram no local, e perceberam que folhas e árvores que morrem em Chernobyl não se decompõe.

Para eles, o acidente é uma das hipóteses para o fato. “Os efeitos da contaminação radioativa de Chernobyl na decomposição de material vegetal ainda são desconhecidos”, disse o Centro Nacional de Informação Biotecnológica.

“Nós predizemos que a taxa de decomposição seria reduzida nos locais mais contaminados devido a uma ausência ou densidade reduzida de invertebrados do solo. Se os micro-organismos fossem os principais agentes responsáveis pela decomposição, a exclusão de grandes invertebrados do solo não deveria afetar a decomposição”, informou o órgão.

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Ainda segundo os pesquisadores, em setembro de 2007 foram depositados 572 sacos com lixos não contaminados de quatro espécies de árvores em 20 locais da floresta em torno de Chernobyl que variam em radiação. E concluíram que as áreas afetadas pelo acidente nuclear, e que até hoje estão contaminadas, possuem índice de decomposição 40% mais baixo que outras regiões.

“Esses sacos foram recuperados em junho de 2008. A perda de massa na camada foi 40% menor nos locais mais contaminados em relação aos locais com um nível normal de radiação”, comentou o Centro Nacional de Informação Biotecnológica.

A previsão é de que demore 20 mil anos para que toda região da cidade esteja livre de partículas radioativas.


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