Moro vai decidir sobre recibos de Lula ao fim do processo do apartamento
Moro vai decidir sobre recibos de Lula ao fim do processo do apartamento

Moro vai decidir sobre recibos de Lula ao fim do processo do apartamento

O juiz Sérgio Moro vai esperar o fim do processo sobre o apartamento vizinho ao do ex-presidente Lula para decidir sobre a suposta falsidade dos recibos de aluguel. Esta ação é a segunda contra lula, em Curitiba. Na primeira, sobre o triplex do Guarujá, ele foi condenado em segunda instância a 12 anos e um mês, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro

O Ministério Público acusa o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de receber o apartamento como propina da Odebrecht.

O imóvel está em nome do empresário Glaucos da Costamarques, que, segundo os procuradores, é um laranja.

A defesa do ex-presidente nega qualquer irregularidade e apresentou os recibos que seriam referentes ao aluguel, dos anos de 2011 a 2015.

Os procuradores afirmam que os recibos são ideologicamente falsos.

Nesta quarta-feira (7), o juiz Sérgio Moro considerou que os comprovantes não têm falsidade material, porque o próprio Glaucos da Costamarques, apesar de afirmar que não recebeu os valores do aluguel, declarou que assinou os recibos.

Mas o juiz afirmou que vai decidir sobre a questão da falsidade ideológica só na sentença do processo.

Ele argumentou que a decisão depende de um conjunto de evidências, como apurar se a Odebrecht comprou o imóvel, se Glaucos é realmente o laranja, e quem está mentindo sobre o pagamento do aluguel.

Esta ação é a segunda contra Lula em Curitiba e não tem relação com a do triplex do Guarujá, pela qual o ex-presidente já foi condenado em segunda instância.

O que dizem os citados
A defesa do ex-presidente Lula afirmou que a decisão do juiz Sérgio Moro confirma que os recibos foram emitidos e assinados pelo proprietário do imóvel, Glaucos da Costamarques; que Glaucos afirma ser proprietário do imóvel; que Lula não praticou qualquer ato para beneficiar empreiteiras nem recebeu a propriedade de imóveis com valores provenientes de contratos firmados pela Petrobras.

Fonte Jornal Nacional


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